NOTA PÚBLICA DE REPÚDIO – em desfavor de Eduardo Bueno (Peninha)

No caso em exame, o influenciador digital Eduardo Bueno, por meio de seu canal no YouTube intitulado “Buenas Ideias”, publicou vídeo denominado “COM MIL RAIOS – Eduardo Bueno”¹, no qual afirmou, de forma expressa, que “deveria ser proibido evangélico votar”. Tal declaração, ao propor a exclusão de cidadãos do exercício do direito fundamental ao voto em razão de sua religião, evidencia, em tese, SMJ, uma prática de discriminação religiosa e incitação ao ódio, incompatível com os fundamentos do Estado Democrático de Direito.

Para justificar tal exclusão, Bueno utiliza uma lógica discriminatória, argumentando que, se os fiéis “não escolhem nem o pastor deles” (em sua visão sobre o funcionamento das igrejas), não deveriam ter o direito de escolher representantes como vereadores, deputados, senadores ou o presidente. Em sua fala, diz que “evangélico tem que ficar pastando junto o pastor”. Ao associar essa visão antidemocrática à restrição de direitos civis e políticos, Bueno rotula cidadãos evangélicos como “escumalha”, “lixo” e “imbecis”, estimulando ativamente a exclusão de um grupo social do direito fundamental ao voto.

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